Em 2008 o mercado sentiu os efeitos das ondas devastadoras da ganância mundial, por altos e rápidos rendimentos.
Com a queda das bolsas e dos valores patrimoniais das empresas, pessoas, bancos, empresas e países ainda sofrem das conseqüências dos seus efeitos.
Agora, três anos depois, a Europa sente os reflexos da soberba de alguns governantes, que tinham como único interesse, o de promover a gastança desmedida, em prol de votos e das suas comunidades.
Enquanto a renda e o emprego estavam garantidos para os cidadãos, tudo corria muito bem, porém quando a ceifa do desemprego e da pobreza começou a agir, sem distinção, todos foram às ruas com palavras de ordem, cobrando ações paliativas e de interesse pessoal, mas sem afetar o estado atual das coisas.
Por outro lado, durante décadas os brasileiros e o Brasil foram humilhados com a etiqueta imposta a eles de terceiro mundo, colocada não como foi criada, para determinar uma região econômica, mas como um país e um povo de terceira classe mesmo.
E agora? Quem está com a moratória batendo na porta? Quem está vivendo sob um mar de dívidas e de desemprego?
O mundo realmente dá voltas e proporciona mudanças para todos, e ainda mais para os desatentos com suas contas e resultados.
O Brasil sofreu durante décadas com a imposição de adquirir produtos e serviços de terceira linha, enviados por empresas com suas matrizes no primeiro mundo, certos que ainda não havia o nível adequado de consumo entre os pobres brasileiros.
Resumindo. Qualquer coisa deixaria o mercado daqui contente.
Chegamos com muito trabalho e esforço dos seus milhões de trabalhadores, no ano de 2011 como um país emergente, provavelmente do 3º mundo, em direção ao 1º mundo, esteja ele onde estiver.
A nova ordem mundial, na verdade, continua atuando em blocos, porém agora com ênfase no seu poder de compra.
É bom lembrar, que alguns precisam produzir, pois sem eles não há oferta para a sempre crescente demanda, algo que a China soube fazer como nenhum outro país, através de recursos provenientes de indústrias movidas a altíssima produtividade e baixíssimo custo.
Assim, a composição dos blocos de domínio mundial poderia ficar da seguinte forma:
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O bloco de alto consumo continua sobre domínio dos EUA, mas com a China chegando muito perto e empurrando a Alemanha e o Japão para um patamar mais abaixo, formam um novo primeiro time de países.
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O bloco intermediário, do consumo médio, o Brasil disputa a liderança com a Índia e a Rússia.
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O bloco de consumo baixo está composto por alguns países da Europa, como Irlanda, Portugal, Espanha e Polônia, outros da América, como o México e a Argentina, que lutam para manter os seus resultados positivos, mesmo que ajustando resultados e estatísticas econômicas.